Menos sofrimento
Sem grandes cortes, com sedação ou anestesia local na maioria dos casos.
Radiologia Intervencionista · Cirurgia Endovascular
A maior parte dos diagnósticos e tratamentos que antes exigiam uma cirurgia aberta hoje pode ser resolvida por dentro do corpo — guiada por imagem, com uma agulha ou um cateter. Menos dor, menos internação e o órgão preservado.
Atendimento e agendamentos · Passo Fundo/RS e região
Entenda a especialidade
É uma área da medicina que trata doenças por dentro do corpo, através de um acesso de poucos milímetros, em vez de uma incisão grande. Tudo guiado por imagem — ultrassom, tomografia ou raio-X — para chegar ao ponto exato da lesão.
A lógica não é nova. Em 1964, o radiologista Charles Dotter desobstruiu uma artéria sem abrir o paciente, usando apenas um cateter e a imagem como guia. O que mudou desde então foi a quantidade de condições que conseguimos tratar dessa forma: de miomas a tumores e obstruções.
Seis décadas depois, o que era exceção virou rotina em boa parte do mundo, justamente porque costuma significar menos dor, menos internação e órgãos preservados. Cada caso, no entanto, precisa ser avaliado individualmente.
O que é Radiologia Intervencionista — Artigo completo no InstagramA nossa promessa
Cada procedimento existe para o mesmo propósito: tratar com precisão milimétrica e a menor agressão possível ao corpo.
Sem grandes cortes, com sedação ou anestesia local na maioria dos casos.
Boa parte dos procedimentos permite retorno precoce às atividades — em muitos casos, alta em 24 horas.
Tratar a lesão mantendo a estrutura e a função do órgão saudável.
Cada intervenção é navegada em tempo real por ultrassom ou tomografia.
Preservar a vida com inovação e precisão.
O que tratamos
Muitas pessoas não sabem que existe uma alternativa menos invasiva para o que estão enfrentando. Aqui estão algumas das condições em que a Radiologia Intervencionista pode ajudar. Toque para abrir cada uma.
A mulher que sofre com sangramento uterino anormal por miomas precisa saber que, em alguns casos, existe uma possibilidade de tratamento que preserva o útero: a embolização de miomas uterinos.
Pela circulação, navegamos com cateteres até os vasos que irrigam os miomas e reduzimos o fluxo de sangue para essas lesões, fazendo com que diminuam e deixem de causar sintomas.
A indicação é avaliada caso a caso, junto do ginecologista, principalmente quando ainda existe desejo de gestação.
Conversar sobre embolização de miomaA ablação hepática leva energia (calor ou frio) diretamente até a lesão, guiada por imagem, sem cirurgia aberta.
Pode ser indicada em diferentes cenários — incluindo lesões pequenas com potencial curativo e algumas metástases — muitas vezes em conjunto com quimioterapia ou outras abordagens. Muitos desses casos são discutidos em equipe multidisciplinar para definir o melhor momento e a melhor estratégia para cada paciente. Em alguns cenários o melhor caminho é operar; em outros, a ablação é uma excelente alternativa.
Conversar sobre ablação hepáticaO aumento benigno da próstata (hiperplasia prostática benigna) é comum após os 40 anos e pode comprimir o canal da urina, causando jato fraco, urgência e idas frequentes ao banheiro. Além do tratamento tradicional pela uretra, existem possibilidades por fora dela: a embolização das artérias prostáticas e a ablação por agulha, ambas guiadas por imagem. O objetivo é reduzir a obstrução e melhorar os sintomas, sempre a partir de uma avaliação individual.
Conversar sobre tratamento de próstataNem todo nódulo na tireoide precisa, necessariamente, ser tratado com cirurgia. Em casos selecionados, a ablação por agulha guiada por ultrassom trata apenas o nódulo, preservando a glândula e evitando cortes no pescoço. Com o tempo, o nódulo tende a reduzir de volume — em muitos casos, sem necessidade de reposição hormonal. Cada paciente precisa ser avaliado individualmente.
Conversar sobre ablação de tireoideEm alguns tumores, como o câncer de pâncreas, a dor pode ser intensa e difícil de controlar mesmo com medicação forte. Um dos procedimentos possíveis é a neurólise do plexo celíaco, feita com agulhas finas guiadas por tomografia, para atuar diretamente na região relacionada à dor — buscando aliviar o sofrimento e devolver conforto ao paciente. Mesmo quando não falamos em cura, ainda existe muito cuidado possível. Nenhum paciente deveria atravessar a dor sem conhecer todas as possibilidades.
Conversar sobre controle da dorQuando há obstrução das vias biliares, a bile não escoa e pode surgir a icterícia (a pele e os olhos ficam amarelados). A drenagem biliar, guiada por imagem e com acesso pela pele, restabelece o escoamento — em alguns casos com o implante de uma prótese — para aliviar os sintomas e permitir a continuidade do tratamento. A indicação depende da causa da obstrução e da avaliação individual.
Conversar sobre drenagem biliarQuando existe uma obstrução no caminho da urina até a bexiga, o rim pode dilatar (hidronefrose). Em casos assim, a nefrostomia — um dreno fino colocado pela pele — permite a saída da urina; e o cateter duplo J ajuda a restabelecer a passagem do rim até a bexiga, inclusive em situações oncológicas. Entender que existem alternativas é parte importante do cuidado. Cada caso é avaliado individualmente.
Conversar sobre obstrução renalQuando o câncer atinge os ossos, pode causar dor, fragilidade e risco de fratura. A Radiologia Intervencionista pode ajudar em casos selecionados com a ablação (que trata a lesão por calor ou frio) e a cimentoplastia (em que um cimento ósseo dá mais sustentação ao osso) — buscando ao mesmo tempo o controle da lesão e o alívio da dor. Casos assim costumam ser discutidos em equipe multidisciplinar.
Conversar sobre tumor ósseoÁreas de atuação
Do diagnóstico por agulha às intervenções endovasculares mais complexas — todos guiados por imagem, sempre minimamente invasivos. Toque em cada domínio para ver os procedimentos.
Diagnóstico definitivo com uma agulha — sem cirurgia aberta — e em regime ambulatorial, encurtando o caminho até o tratamento certo.
Alvos
Alívio imediato de líquidos e abscessos pela pele, com precisão, resolvendo quadros que antes exigiam cirurgia — sem internação prolongada.
Procedimentos
Tratar nódulos e bloquear a dor com mínima agressão ao corpo.
Indicações
Destruir a lesão de forma localizada, preservando o órgão — uma alternativa de intenção curativa à cirurgia oncológica aberta em casos selecionados.
Territórios
Tratar por dentro dos vasos.
Drenagens biliares (com ou sem prótese) · Embolização e recanalização portal · Trombectomia portal · Varizes gástricas e esofágicas · TIPS · BRTO · Quimioembolização (TACE) e radioembolização · Colangioscopia com biópsia · Embolização de sangramento e malformações
Nefrostomias · Cateter duplo J · Embolização de sangramento e tumores renais · Malformações e aneurismas
Embolização esplênica e plaquetopenia · Hemoptise · Hemorragia digestiva alta e baixa · Fístulas linfáticas · Embolização de miomas · Hematúria
Evidência científica
Por muito tempo, a cirurgia foi vista como a principal forma de tratar metástases hepáticas do câncer colorretal. Mas a medicina evolui — e os estudos também.
O estudo COLLISION, um ensaio clínico randomizado internacional de fase 3, comparou a ablação térmica com a cirurgia nesse contexto. Em casos selecionados — principalmente lesões de até 3 cm, focalizadas no fígado — a ablação térmica não foi inferior ao tratamento cirúrgico convencional.
Esse tipo de evidência ajuda a ampliar as possibilidades de cuidado. A indicação, no entanto, sempre precisa ser individualizada.
Nossa história
Dois médicos que enxergavam a Radiologia Intervencionista do mesmo jeito: como uma forma de unir imagem, precisão e tratamento. O Dr. Gabriel sempre gostou de procedimentos cirúrgicos. O Dr. Guilherme vem de uma história muito ligada à radiologia, com formação e experiências em diferentes centros fora do Brasil.
Em momentos diferentes, os dois encontraram na especialidade uma mesma possibilidade: tratar doenças por caminhos menos invasivos, guiados por imagem, com tecnologia e cuidado. Passo Fundo também faz parte dessa história — uma cidade que atende uma região inteira e merecia ter acesso a tratamentos modernos que muitas pessoas ainda nem sabem que existem.
Como podemos ajudar
A Radiologia Intervencionista atua junto, no momento certo, para oferecer ao paciente o melhor tratamento possível.
Se você recebeu um diagnóstico e quer entender se existe uma alternativa menos invasiva, podemos conversar e avaliar o seu caso individualmente — com clareza e sem falsas promessas.
Falar com a ÁtriaO objetivo não é substituir o médico assistente, mas atuar junto — diagnóstico por agulha, drenagens, embolizações, ablações e mais — no momento certo do cuidado, dentro de uma lógica multidisciplinar.
Encaminhar um casoProcedimentos minimamente invasivos costumam significar menos tempo de internação e recuperação mais rápida — beneficiando o paciente e o serviço. Vamos conversar sobre parcerias.
Conversar sobre parceriaCorpo clínico Átria
CRM/RS 49576 · RQE 44167
Médico Radiologista Intervencionista e Angiorradiologia
Médico formado pela Universidade Católica de Pelotas, com residência em Radiologia e Diagnóstico por Imagem no Hospital São Vicente de Paulo (Passo Fundo) e subespecialidade em Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia no Hospital São Lucas da PUCRS (Porto Alegre).
CRM/RS 39496 · RQE 27098 · RQE 28691
Médico Radiologista Intervencionista e Cirurgião Endovascular
Formado em Medicina em Brasília, com residência em Radiologia e em Radiologia Intervencionista na Beneficência Portuguesa de São Paulo. Acompanhou serviços de referência nos Estados Unidos, em Lisboa e em Paris, e atua em Passo Fundo desde 2014, desenvolvendo a especialidade na região.
Perguntas frequentes
São procedimentos minimamente invasivos, realizados por imagem e em ambiente hospitalar, com acompanhamento de anestesista quando necessário. Como em qualquer procedimento médico, há critérios e riscos, por isso cada caso é avaliado individualmente antes de qualquer indicação.
Boa parte dessas técnicas tem evidência científica robusta. Um exemplo é o estudo COLLISION, publicado no The Lancet Oncology, que mostrou não inferioridade da ablação térmica em relação à cirurgia para metástases hepáticas selecionadas. Ainda assim, a indicação depende do seu caso específico.
Muitos procedimentos são feitos em caráter ambulatorial: o paciente chega pela manhã, realiza o procedimento e, na maioria dos casos, pode ir para casa no mesmo dia. Quando há necessidade ou preferência, é possível permanecer para observação. A recuperação mais rápida é uma das principais vantagens.
O acesso costuma ser feito por um pequeno furo na pele, sem grandes incisões, com sedação ou anestesia local na maioria dos casos. Por isso, em geral, há menos dor e menos trauma do que em uma cirurgia aberta.
Depende do caso. Algumas situações chegam por indicação de outro médico; outras, como o mioma, podem ser conversadas diretamente conosco. O melhor caminho é entrar em contato pelo WhatsApp para entendermos a sua situação e orientarmos os próximos passos.
A Átria fica em Passo Fundo/RS e atende toda a região do Planalto Médio, além de pacientes de cidades vizinhas e do Oeste Catarinense. Passo Fundo é um polo de saúde que atende uma região inteira.
Os valores dependem do procedimento indicado e da avaliação individual de cada caso. O caminho mais simples é falar com a Átria pelo WhatsApp para entender a sua situação e as orientações específicas.
Falar com a ÁtriaÁtria Intervenção
Seja você um paciente em busca de respostas, um colega que quer encaminhar um caso ou uma instituição parceira — estamos à disposição para apresentar cada uma dessas frentes em detalhe.
Falar com a Átria no WhatsAppEncontrar o alvo. Tratar sem abrir. Preservar o que importa.
Passo Fundo · RS · 28°15′26″S 52°24′53″W